@_allanrayan Archives - Revista MaisBonita https://www.revistamaisbonita.com.br/tag/_allanrayan/ O seu destino online para descobrir as últimas tendências. Wed, 10 Jun 2026 21:47:55 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://www.revistamaisbonita.com.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-WhatsApp-Image-2025-03-23-at-00.37.53-1-32x32.png @_allanrayan Archives - Revista MaisBonita https://www.revistamaisbonita.com.br/tag/_allanrayan/ 32 32 Alinne Prado vive nova fase com o “PertenSer” e sonha com retorno à Televisão em Projetos com Propósito https://www.revistamaisbonita.com.br/alinne-prado-vive-nova-fase-com-o-pertenser-e-sonha-com-retorno-a-televisao-em-projetos-com-proposito/ https://www.revistamaisbonita.com.br/alinne-prado-vive-nova-fase-com-o-pertenser-e-sonha-com-retorno-a-televisao-em-projetos-com-proposito/#respond Wed, 10 Jun 2026 19:16:51 +0000 https://www.revistamaisbonita.com.br/?p=10972 Depois de 25 anos de trajetória na televisão brasileira, a apresentadora e comunicadora Alinne Prado vive um dos momentos mais maduros e transformadores de sua carreira. Conhecida do grande público por sua passagem por algumas das maiores emissoras do país e por programas marcantes como Vídeo Show, TV Fama, Bom Dia Você e o reality […]

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Depois de 25 anos de trajetória na televisão brasileira, a apresentadora e comunicadora Alinne Prado vive um dos momentos mais maduros e transformadores de sua carreira. Conhecida do grande público por sua passagem por algumas das maiores emissoras do país e por programas marcantes como Vídeo Show, TV Fama, Bom Dia Você e o reality Merendeiras do Brasil, Alinne agora direciona sua experiência para um propósito ainda mais profundo: transformar vidas através da comunicação humanizada.

À frente do “PertenSer – experiência de comunicação humanizada”, Alinne criou uma metodologia própria que une técnica, presença, autenticidade e conexão emocional. O projeto nasceu a partir da percepção de que muitas pessoas, mesmo extremamente capacitadas, ainda enfrentam dificuldades para se posicionar, comunicar suas ideias com clareza e ocupar espaços com confiança.

Mais do que um curso tradicional, o PertenSer se consolidou como uma verdadeira experiência de transformação pessoal e profissional. Após o sucesso das turmas online e das mentorias individuais e em grupo, Alinne já prepara para o próximo semestre uma imersão presencial inédita, com proposta mais profunda e sensorial.

“A comunicação não começa na fala. Ela começa na forma como a pessoa se enxerga, se sente e se permite existir no mundo. O PertenSer nasceu para ajudar as pessoas a encontrarem sua voz verdadeira”, explica.

O trabalho já impacta lideranças, empresários, artistas, profissionais liberais e pessoas que desejam desenvolver uma comunicação mais fluida, segura e humana, tanto na vida pessoal quanto profissional. Com uma abordagem acolhedora, sofisticada e acessível, Alinne vem se tornando referência em comunicação com propósito.

Paralelamente ao sucesso do novo projeto, a comunicadora também mantém viva uma grande paixão: a televisão.

Com uma carreira sólida construída ao longo de mais de duas décadas, Alinne revela que sente saudades da potência da TV aberta e do alcance transformador que ela possui.

“Eu amo televisão. A TV faz parte da minha história, da minha essência. Sonho em voltar para um projeto onde eu possa tocar as pessoas de forma verdadeira, levando reflexão, acolhimento, leveza e humanidade”, afirma.

Recentemente, Alinne recebeu convites para integrar dois novos projetos televisivos: um  reality gastronômico na Band e outro voltado para empreendedorismo na Record TV. Apesar do interesse, os projetos acabaram não avançando devido à incompatibilidade de agenda naquele momento. Ainda assim, ela garante estar aberta a novas oportunidades.

“Hoje eu tenho muito mais clareza sobre a comunicadora que me tornei e sobre o impacto que quero gerar. Quero estar em um programa que faça sentido, que emocione, inspire e crie conexão real com o público.”

Entre os novos projetos, mentorias e a futura imersão presencial do PertenSer, Alinne Prado reafirma sua missão: usar a comunicação como ferramenta de transformação humana, seja diante das câmeras, nos palcos ou em encontros intimistas capazes de despertar novas versões das pessoas.

Com carisma, experiência e uma escuta cada vez mais apurada, ela inicia uma nova fase profissional unindo aquilo que sempre foi sua marca registrada: presença, verdade e conexão.

ENTREVISTA:

RMB – Alinne, depois de 25 anos de televisão, o que motivou essa transição para um trabalho mais voltado à comunicação humanizada?

AlinneA televisão me deu muito mais do que visibilidade. Ela me deu repertório humano. Foram 25 anos ouvindo histórias, convivendo com diferentes realidades, entrevistando pessoas, entendendo emoções, dores, sonhos… E em paralelo a isso, eu também vivi os meus próprios processos internos. Em determinado momento, percebi que muita gente sabia falar, mas poucas conseguiam realmente se comunicar de forma verdadeira. Vi pessoas extremamente competentes se escondendo por medo, insegurança ou sensação de não pertencimento. O PertenSer nasce justamente desse encontro entre a minha experiência na comunicação e a minha vontade profunda de ajudar pessoas a encontrarem sua voz com autenticidade, humanidade e presença.

RMB – Como nasceu a ideia do “PertenSer” e qual foi o momento em que você percebeu que esse projeto poderia transformar vidas?

AlinneO PertenSer nasceu quase como um chamado. Durante anos, muitas pessoas me procuravam querendo aprender técnica de fala, postura, câmera, apresentação… mas quando eu começava os encontros, percebia que a maior dificuldade não era técnica. Era emocional. Era autoestima, medo de julgamento, síndrome da impostora, traumas de exposição, sensação de inadequação.

Então eu entendi que não queria criar apenas um curso de oratória. Eu queria criar uma experiência onde as pessoas se sentissem vistas, acolhidas e fortalecidas para ocupar espaços sem precisar deixar de ser quem são.

A virada aconteceu na primeira turma online. Quando comecei a receber relatos de alunos dizendo que voltaram a gravar vídeos, pediram aumento, começaram a se posicionar em reuniões, terminaram relações abusivas ou simplesmente voltaram a se enxergar com valor… eu entendi que o PertenSer era muito maior do que comunicação. Era transformação humana.

RMB – Você costuma dizer que “a comunicação começa na forma como a pessoa se enxerga”. Como essa visão impacta o desenvolvimento dos seus alunos e mentorados?

AlinneImpacta completamente. Porque a forma como você se percebe determina a forma como você ocupa o mundo. Uma pessoa que acredita que não é suficiente se comunica pedindo desculpas pela própria existência. Ela diminui a voz, o corpo, a potência.

Eu trabalho muito o resgate da presença, da identidade e da confiança antes mesmo da técnica. Claro que técnica é importante, e eu ensino técnica com profundidade, mas ela sozinha não sustenta uma comunicação potente. O público sente quando existe verdade.

Quando o aluno entende que não precisa performar uma personagem para ser aceito, algo muda. A comunicação fica mais fluida, mais magnética, mais humana. E isso vale para empresários, artistas, médicos, lideranças ou qualquer pessoa que queira gerar conexão real.

RMB – Qual é o principal diferencial do PertenSer em relação aos cursos tradicionais de comunicação e oratória?

AlinneO PertenSer não ensina apenas a falar melhor. Ele ensina a existir com mais verdade.

Muitos cursos focam somente em técnica: dicção, postura, gestos, persuasão… e isso é importante. Mas eu acredito numa comunicação integrada, onde corpo, emoção, história de vida, imagem, energia e narrativa caminham juntos.

O diferencial do PertenSer é justamente essa visão humanizada e profunda. Nós trabalhamos comunicação de dentro para fora. Não é sobre criar pessoas perfeitas diante das câmeras. É sobre ajudar pessoas reais a encontrarem coragem para serem vistas.

Além disso, eu trago toda a minha bagagem da televisão, dos palcos, das grandes entrevistas, dos eventos corporativos e da comunicação ao vivo. Então existe técnica, estratégia e prática, mas também existe acolhimento, escuta e transformação emocional.

RMB – Ao longo dessa jornada, qual foi a transformação mais marcante que você já presenciou através do projeto?

AlinneÉ difícil escolher apenas uma porque cada história me atravessa de um jeito muito profundo. Mas uma das coisas que mais me emocionam é ver mulheres brilhantes voltando a se reconhecer.

Já vi alunas chegarem extremamente inseguras, evitando câmera, escondendo a própria opinião, se diminuindo em ambientes profissionais… e depois começarem a ocupar espaços com brilho no olhar, firmeza e autenticidade.

Teve uma aluna que me disse: “Eu achei que estava vindo aprender comunicação, mas percebi que estava aprendendo a me permitir existir.” Essa frase ficou em mim porque traduz exatamente o que o PertenSer representa.

RMB – Mesmo vivendo uma nova fase profissional, a televisão continua presente nos seus sonhos. O que representa a TV na sua trajetória pessoal e profissional?

AlinneA televisão é parte da minha construção como mulher e comunicadora. Cresci profissionalmente dentro dela, vivi momentos inesquecíveis, aprendi a improvisar, a sentir o público, a respeitar o tempo da emoção.

A TV tem uma potência de alcance e impacto emocional muito grande. Ela entra na casa das pessoas, acompanha rotinas, cria memória afetiva. Eu tenho um amor muito genuíno pela televisão.

E sinto que hoje eu voltaria ainda mais inteira. Mais madura, mais consciente da comunicadora que me tornei e do tipo de mensagem que desejo levar. Quero comunicar com propósito, profundidade e humanidade.

RMB – Você recebeu recentemente convites da Band e da Record TV. Hoje, qual seria o projeto ideal para marcar seu retorno à televisão?

Alinne Seria um projeto que unisse emoção, comportamento humano, transformação e conexão verdadeira com as pessoas.

Eu amo entretenimento, leveza e espontaneidade, mas hoje também tenho muita vontade de tocar assuntos humanos de uma forma acessível e sensível. Imagino um programa que misture conversas profundas, boas histórias, bem-estar, desenvolvimento humano e encontros reais.

Algo que faça o público rir, refletir, se emocionar e se sentir pertencente. Acho que estamos vivendo um momento onde as pessoas estão cansadas de excesso de performance e carentes de verdade. E eu gostaria muito de contribuir com esse olhar.

RMB – Entre mentorias, imersões e futuros projetos na mídia, qual legado Alinne Prado deseja deixar através da comunicação?

AlinneEu quero que as pessoas se sintam mais humanas depois de me ouvir.

Esse talvez seja o meu maior legado: ajudar pessoas a entenderem que comunicação não é sobre perfeição. É sobre presença. Sobre coragem de existir com verdade. Sobre criar pontes num mundo cada vez mais acelerado e desconectado emocionalmente.

Se através do meu trabalho alguém encontrar voz, autoestima, pertencimento ou coragem para ocupar o próprio espaço no mundo, então eu já sinto que cumpri parte da minha missão.

CRÉDITOS:

Capa: @alinnepradooficial

Fotografia e Produção: Victor Amorim@victoramorimof

CEO e Jornalista: @oscarmulleroficial

Estrategista de Marketing Internacional: @ajenniferdepaula

Designer da Capa: @_allanrayan e @cristianorodolpho

Assessoria Internacional: @mfpressglobal




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De porta em porta aos centros comerciais: a trajetória inspiradora de Georgia Bezerra em Portugal https://www.revistamaisbonita.com.br/de-porta-em-porta-aos-centros-comerciais-a-trajetoria-inspiradora-de-georgia-bezerra-em-portugal/ https://www.revistamaisbonita.com.br/de-porta-em-porta-aos-centros-comerciais-a-trajetoria-inspiradora-de-georgia-bezerra-em-portugal/#respond Tue, 05 May 2026 15:37:34 +0000 https://www.revistamaisbonita.com.br/?p=10269 A história da empreendedora Georgia Bezerra é marcada por coragem, resiliência e um forte senso de propósito. Natural do Espírito Santo, no Brasil, ela deixou o país ainda jovem e construiu sua vida em Portugal, onde hoje se destaca no setor de confeitaria com a marca Georgia Brigadeiros. Aos 31 anos, Geórgia relembra que o […]

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A história da empreendedora Georgia Bezerra é marcada por coragem, resiliência e um forte senso de propósito. Natural do Espírito Santo, no Brasil, ela deixou o país ainda jovem e construiu sua vida em Portugal, onde hoje se destaca no setor de confeitaria com a marca Georgia Brigadeiros.

Aos 31 anos, Geórgia relembra que o espírito empreendedor sempre fez parte da sua essência.

“Comecei aos 16 anos a vender produtos cosméticos de revista, mesmo estudando o dia inteiro. Sempre procurei formas de gerar renda e construir algo meu”, conta.

Anos mais tarde, ao lado do marido, Ricardo Bezerra — a quem define como parceiro de vida e braço direito nos negócios —, deu início ao primeiro empreendimento estruturado do casal, atuando em uma multinacional americana, onde cresceram até se tornarem distribuidores e representantes da marca em território português.

No entanto, um episódio inesperado mudou completamente o rumo da sua trajetória. Um acidente doméstico resultou no rompimento do ligamento do pé direito, deixando Geórgia temporariamente incapacitada de trabalhar.

“Fiquei fisicamente limitada, deixei de conseguir produzir como antes e acabei por entrar em depressão. Foi um período muito difícil, em que cheguei a não ver saída”, relembra.

Foi em meio a esse cenário que surgiu a ideia que daria origem ao seu atual negócio. Em um momento de reflexão sobre propósito, Geórgia recordou uma pergunta feita pelo marido: “O que você faria se perdêssemos tudo?” A resposta veio de forma simples, mas carregada de significado: “Eu venderia brigadeiros.”

Determinada a recomeçar, ela decidiu dar o primeiro passo, mesmo diante do medo e da insegurança. Com a ajuda da mãe, Dona Rose, que preparou os primeiros doces, Geórgia saiu para vender caixas de brigadeiros de porta em porta.

“Demorei duas horas para conseguir sair de casa, pela falta de coragem mas fui”, relata.

O que começou de forma tímida transformou-se em um negócio sólido e em expansão. Atualmente, a Georgia Brigadeiros conta com quatro quiosques localizados em centros comerciais de Lisboa — Colombo, UBBO Amadora, Alegro Sintra e Oeiras Parque — e já se prepara para inaugurar uma nova unidade em Almada, que contará com fábrica e ponto de venda.

Além disso, a empresária revela que a marca está prestes a dar mais um passo importante: a expansão por meio de franquias.

“Criámos a Georgia Brigadeiros com a missão de adoçar caminhos. E acredito que a minha história pode levar uma mensagem forte sobre recomeço, fé, coragem e empreendedorismo real”, afirma.

A trajetória de Georgia Bezerra reforça que, mesmo diante das adversidades, é possível transformar desafios em oportunidades e construir um novo caminho com determinação e propósito.

Entrevista:

RMB – Geórgia, você começou a empreender muito jovem. De onde veio esse espírito empreendedor e o que te motivava naquela época?

GeorgiaDesde muito nova eu sempre tive vontade de fazer acontecer. Acho que esse espírito veio muito da necessidade de independência e também de observar pessoas ao meu redor lutando pelos seus sonhos, a minha mãe, a maravilhosa dona Rose é o maior exemplo disso. Eu não queria esperar oportunidades eu as queria criar. Naquela altura, o que mais me motivava era provar para mim mesma que eu era capaz de construir algo meu.

RMB – Como foi a experiência de atuar em uma multinacional americana e se tornar distribuidora da marca em Portugal? Que aprendizados esse período trouxe para a sua trajetória?

GeorgiaFoi uma experiência extremamente enriquecedora. Trabalhar com uma multinacional me trouxe disciplina, visão estratégica e um padrão muito importante no qual aplico até hoje. Aprendi sobre liderança, negociação e, principalmente, sobre responsabilidade até porque quando você representa uma marca, você carrega muito mais do que um produto.

RMB – O acidente doméstico foi um momento de grande virada na sua vida. Como você lidou emocionalmente com esse período e o que te ajudou a encontrar forças para recomeçar?

Georgia Sem dúvidas, foi um dos momentos mais difíceis da minha vida. No início, foi muito duro lidar com as limitações e incertezas daquele momento.  Emocionalmente precisei me reconstruir aos poucos. O que me sustentou foi a fé, o apoio da minha família e a decisão de não me entregar aquela situação. O que “me salvou” foi que mesmo naquele momento eu tinha a certeza que ainda havia propósito e isso me deu força para recomeçar.

RMB – A ideia de vender brigadeiros surgiu de uma pergunta simples, mas poderosa. Em que momento você percebeu que aquilo poderia se transformar em um negócio real?

Georgia No começo era apenas uma forma de tentar fazer algo de me sentir útil novamente. Mas quando comecei a receber feedbacks positivos e ver as pessoas voltando para comprar mais, percebi que ali havia algo especial. O momento chave foi quando entendi que não era só um doce era uma experiência, uma conexão emocional e partir daí comecei a enxergar como negócio mesmo em pandemia fomos muito reconhecidos e em meio a tantos negócios em falência a Georgia brigadeiros só crescia.

RMB – Você menciona que sentiu medo e insegurança ao dar o primeiro passo. O que diria hoje para outras pessoas que também estão travadas pelo medo de começar?

Georgia O medo nunca vai desaparecer completamente, ele faz parte do processo. A real é que você não precisa estar pronto para começar. Você só precisa começar. Pequenos passos já fazem uma enorme diferença. Se eu tivesse esperado o momento perfeito nada teria acontecido. Então eu diria o que em toda oportunidade digo “comece com o que você tem, como dá e onde você está”

RMB – A Georgia Brigadeiros cresceu e hoje está presente em importantes centros comerciais de Lisboa. Quais foram os maiores desafios nessa fase de expansão?

Georgia – O crescimento traz muitos desafios. Manter a qualidade, formar equipes alinhadas com a cultura da marca e lidar com a pressão operacional foram alguns dos principais. Até porque expandir não é apenas abrir novos pontos, é garantir que a essência do negócio continue a mesma em todos eles. Esse equilíbrio foi e continua sendo um grande aprendizado na Georgia Brigadeiros.

RMB – A marca está prestes a avançar para o modelo de franquias. Quais são as expectativas para essa nova etapa e o que diferencia o seu negócio no mercado?

GeorgiaAs expectativas são muito positivas. A franquia é uma forma de levar a marca mais longe mantendo os padrões e criando oportunidades para outros empreendedores. O que nos diferencia é a autenticidade desde o produto artesanal até a experiência que entregamos. Não vendemos apenas brigadeiros, vendemos história, afeto e conexão.

RMB – Sua história carrega uma forte mensagem de fé, recomeço e propósito. Que conselho você deixaria para mulheres que desejam empreender e transformar suas vidas?

Georgia Eu diria que acreditem nelas mesmas, mesmo quando ninguém mais acreditar. O caminho não é fácil, mas é possível. Não deixem que o medo ou as circunstâncias definam o limite dos seus sonhos. E acima de tudo encontrem um propósito porque quando você sabe o “porque” e o “para que” você encontra forças para enfrentar qualquer coisa.

Créditos:

Capa: Georgia Bezerra

@georgiabezzerra

Fotografia : Andreza Nunes

@andrezanunesfotografa

Cabelo e maquiagem: Aline Alves

@alinealvesmakeupt

Look Completo: @zara

Relações Públicas internacional: @luciana_managent

Redes sociais:

@georgiabrigadeiros

@georgiabezzerra

CEO I jornalista: @oscarmulleroficial

Estrategista de Marketing Internacional: @ajenniferdepaula

Designer da Capa: @_allanrayan

Assessoria Internacional: @mfpressglobal

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