Depois de 25 anos de trajetória na televisão brasileira, a apresentadora e comunicadora Alinne Prado vive um dos momentos mais maduros e transformadores de sua carreira. Conhecida do grande público por sua passagem por algumas das maiores emissoras do país e por programas marcantes como Vídeo Show, TV Fama, Bom Dia Você e o reality Merendeiras do Brasil, Alinne agora direciona sua experiência para um propósito ainda mais profundo: transformar vidas através da comunicação humanizada.
À frente do “PertenSer – experiência de comunicação humanizada”, Alinne criou uma metodologia própria que une técnica, presença, autenticidade e conexão emocional. O projeto nasceu a partir da percepção de que muitas pessoas, mesmo extremamente capacitadas, ainda enfrentam dificuldades para se posicionar, comunicar suas ideias com clareza e ocupar espaços com confiança.

Mais do que um curso tradicional, o PertenSer se consolidou como uma verdadeira experiência de transformação pessoal e profissional. Após o sucesso das turmas online e das mentorias individuais e em grupo, Alinne já prepara para o próximo semestre uma imersão presencial inédita, com proposta mais profunda e sensorial.

“A comunicação não começa na fala. Ela começa na forma como a pessoa se enxerga, se sente e se permite existir no mundo. O PertenSer nasceu para ajudar as pessoas a encontrarem sua voz verdadeira”, explica.
O trabalho já impacta lideranças, empresários, artistas, profissionais liberais e pessoas que desejam desenvolver uma comunicação mais fluida, segura e humana, tanto na vida pessoal quanto profissional. Com uma abordagem acolhedora, sofisticada e acessível, Alinne vem se tornando referência em comunicação com propósito.

Paralelamente ao sucesso do novo projeto, a comunicadora também mantém viva uma grande paixão: a televisão.
Com uma carreira sólida construída ao longo de mais de duas décadas, Alinne revela que sente saudades da potência da TV aberta e do alcance transformador que ela possui.
“Eu amo televisão. A TV faz parte da minha história, da minha essência. Sonho em voltar para um projeto onde eu possa tocar as pessoas de forma verdadeira, levando reflexão, acolhimento, leveza e humanidade”, afirma.
Recentemente, Alinne recebeu convites para integrar dois novos projetos televisivos: um reality gastronômico na Band e outro voltado para empreendedorismo na Record TV. Apesar do interesse, os projetos acabaram não avançando devido à incompatibilidade de agenda naquele momento. Ainda assim, ela garante estar aberta a novas oportunidades.

“Hoje eu tenho muito mais clareza sobre a comunicadora que me tornei e sobre o impacto que quero gerar. Quero estar em um programa que faça sentido, que emocione, inspire e crie conexão real com o público.”
Entre os novos projetos, mentorias e a futura imersão presencial do PertenSer, Alinne Prado reafirma sua missão: usar a comunicação como ferramenta de transformação humana, seja diante das câmeras, nos palcos ou em encontros intimistas capazes de despertar novas versões das pessoas.
Com carisma, experiência e uma escuta cada vez mais apurada, ela inicia uma nova fase profissional unindo aquilo que sempre foi sua marca registrada: presença, verdade e conexão.

ENTREVISTA:
RMB – Alinne, depois de 25 anos de televisão, o que motivou essa transição para um trabalho mais voltado à comunicação humanizada?
Alinne – A televisão me deu muito mais do que visibilidade. Ela me deu repertório humano. Foram 25 anos ouvindo histórias, convivendo com diferentes realidades, entrevistando pessoas, entendendo emoções, dores, sonhos… E em paralelo a isso, eu também vivi os meus próprios processos internos. Em determinado momento, percebi que muita gente sabia falar, mas poucas conseguiam realmente se comunicar de forma verdadeira. Vi pessoas extremamente competentes se escondendo por medo, insegurança ou sensação de não pertencimento. O PertenSer nasce justamente desse encontro entre a minha experiência na comunicação e a minha vontade profunda de ajudar pessoas a encontrarem sua voz com autenticidade, humanidade e presença.
RMB – Como nasceu a ideia do “PertenSer” e qual foi o momento em que você percebeu que esse projeto poderia transformar vidas?
Alinne – O PertenSer nasceu quase como um chamado. Durante anos, muitas pessoas me procuravam querendo aprender técnica de fala, postura, câmera, apresentação… mas quando eu começava os encontros, percebia que a maior dificuldade não era técnica. Era emocional. Era autoestima, medo de julgamento, síndrome da impostora, traumas de exposição, sensação de inadequação.
Então eu entendi que não queria criar apenas um curso de oratória. Eu queria criar uma experiência onde as pessoas se sentissem vistas, acolhidas e fortalecidas para ocupar espaços sem precisar deixar de ser quem são.
A virada aconteceu na primeira turma online. Quando comecei a receber relatos de alunos dizendo que voltaram a gravar vídeos, pediram aumento, começaram a se posicionar em reuniões, terminaram relações abusivas ou simplesmente voltaram a se enxergar com valor… eu entendi que o PertenSer era muito maior do que comunicação. Era transformação humana.

RMB – Você costuma dizer que “a comunicação começa na forma como a pessoa se enxerga”. Como essa visão impacta o desenvolvimento dos seus alunos e mentorados?
Alinne – Impacta completamente. Porque a forma como você se percebe determina a forma como você ocupa o mundo. Uma pessoa que acredita que não é suficiente se comunica pedindo desculpas pela própria existência. Ela diminui a voz, o corpo, a potência.
Eu trabalho muito o resgate da presença, da identidade e da confiança antes mesmo da técnica. Claro que técnica é importante, e eu ensino técnica com profundidade, mas ela sozinha não sustenta uma comunicação potente. O público sente quando existe verdade.
Quando o aluno entende que não precisa performar uma personagem para ser aceito, algo muda. A comunicação fica mais fluida, mais magnética, mais humana. E isso vale para empresários, artistas, médicos, lideranças ou qualquer pessoa que queira gerar conexão real.
RMB – Qual é o principal diferencial do PertenSer em relação aos cursos tradicionais de comunicação e oratória?
Alinne – O PertenSer não ensina apenas a falar melhor. Ele ensina a existir com mais verdade.
Muitos cursos focam somente em técnica: dicção, postura, gestos, persuasão… e isso é importante. Mas eu acredito numa comunicação integrada, onde corpo, emoção, história de vida, imagem, energia e narrativa caminham juntos.
O diferencial do PertenSer é justamente essa visão humanizada e profunda. Nós trabalhamos comunicação de dentro para fora. Não é sobre criar pessoas perfeitas diante das câmeras. É sobre ajudar pessoas reais a encontrarem coragem para serem vistas.
Além disso, eu trago toda a minha bagagem da televisão, dos palcos, das grandes entrevistas, dos eventos corporativos e da comunicação ao vivo. Então existe técnica, estratégia e prática, mas também existe acolhimento, escuta e transformação emocional.

RMB – Ao longo dessa jornada, qual foi a transformação mais marcante que você já presenciou através do projeto?
Alinne – É difícil escolher apenas uma porque cada história me atravessa de um jeito muito profundo. Mas uma das coisas que mais me emocionam é ver mulheres brilhantes voltando a se reconhecer.
Já vi alunas chegarem extremamente inseguras, evitando câmera, escondendo a própria opinião, se diminuindo em ambientes profissionais… e depois começarem a ocupar espaços com brilho no olhar, firmeza e autenticidade.
Teve uma aluna que me disse: “Eu achei que estava vindo aprender comunicação, mas percebi que estava aprendendo a me permitir existir.” Essa frase ficou em mim porque traduz exatamente o que o PertenSer representa.
RMB – Mesmo vivendo uma nova fase profissional, a televisão continua presente nos seus sonhos. O que representa a TV na sua trajetória pessoal e profissional?
Alinne – A televisão é parte da minha construção como mulher e comunicadora. Cresci profissionalmente dentro dela, vivi momentos inesquecíveis, aprendi a improvisar, a sentir o público, a respeitar o tempo da emoção.
A TV tem uma potência de alcance e impacto emocional muito grande. Ela entra na casa das pessoas, acompanha rotinas, cria memória afetiva. Eu tenho um amor muito genuíno pela televisão.
E sinto que hoje eu voltaria ainda mais inteira. Mais madura, mais consciente da comunicadora que me tornei e do tipo de mensagem que desejo levar. Quero comunicar com propósito, profundidade e humanidade.

RMB – Você recebeu recentemente convites da Band e da Record TV. Hoje, qual seria o projeto ideal para marcar seu retorno à televisão?
Alinne – Seria um projeto que unisse emoção, comportamento humano, transformação e conexão verdadeira com as pessoas.
Eu amo entretenimento, leveza e espontaneidade, mas hoje também tenho muita vontade de tocar assuntos humanos de uma forma acessível e sensível. Imagino um programa que misture conversas profundas, boas histórias, bem-estar, desenvolvimento humano e encontros reais.
Algo que faça o público rir, refletir, se emocionar e se sentir pertencente. Acho que estamos vivendo um momento onde as pessoas estão cansadas de excesso de performance e carentes de verdade. E eu gostaria muito de contribuir com esse olhar.
RMB – Entre mentorias, imersões e futuros projetos na mídia, qual legado Alinne Prado deseja deixar através da comunicação?
Alinne – Eu quero que as pessoas se sintam mais humanas depois de me ouvir.
Esse talvez seja o meu maior legado: ajudar pessoas a entenderem que comunicação não é sobre perfeição. É sobre presença. Sobre coragem de existir com verdade. Sobre criar pontes num mundo cada vez mais acelerado e desconectado emocionalmente.
Se através do meu trabalho alguém encontrar voz, autoestima, pertencimento ou coragem para ocupar o próprio espaço no mundo, então eu já sinto que cumpri parte da minha missão.

CRÉDITOS:
Capa: @alinnepradooficial
Fotografia e Produção: Victor Amorim – @victoramorimof
CEO e Jornalista: @oscarmulleroficial
Estrategista de Marketing Internacional: @ajenniferdepaula
Designer da Capa: @_allanrayan e @cristianorodolpho
Assessoria Internacional: @mfpressglobal

